Publicado por: maldeiaexploratoria | 04/05/2016

Florescendo Vida, desvelando Flora

liberdade3Aquela manhã descortinava novo horizonte. Era a luz a estabelecer composição Flora de ver-flor-mundo? Era a Flora a iluminar ver-mundo-luz? A poesia cotidiana de seu nome, inspirada na singeleza e beleza externa do que internamente se fundava tinha transformado seu Ser a ponto de ser outro. Entendia pouco, quase nada daquilo que não sentia.

Seu mundo-Ser admirava extasiado o ínfimo e o grandioso. Mas se dava mais a Ser nada. Ser-tudo parecia nada carecer. Melhor assim: nada. Tinha desejo de preenchimentos.

Passara muitos pássaros por seus jardins. Poucos lhe inspiravam vôos, aquiescendo um imaginário vertido na marca da vida que os espinhos lhe protegera. Via-mundo assim simples, sentido nos sentidos, nas proteções-espinhos ou nas vazões-raízes.

Espiralava a soltar gotas-gracejos de pólen a amarelar-sol as asas pássaros, ganhando mundo-céu. Não se via noutro mundo-Flora-Ser a não ser no jardim novo horizonte. Sentia na manha do alvorecer um amanhã a adentrar.

Florescendo vida, desvelando Flora foi, do nada, semeando pólen-pássaros-luzes por jardins-Seres outros e encantando amor-Vida sentidos.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

%d blogueiros gostam disto: